Não deixe seus herdeiros desamparados perante a burocracia do Estado. O inventário é lento, caro e desgastante. A Holding entrega controle, economia e paz.
Você construiu um patrimônio com esforço. Imóveis, empresas e investimentos são o legado para seus filhos. Porém, sem planejamento, o inventário pode consumir até 20% de tudo o que você possui. A Holding Familiar é a solução estratégica para evitar brigas judiciais e perdas financeiras. Nós estruturamos o seu patrimônio para que ele permaneça na família com o menor custo tributário possível.
Montar uma Holding exige precisão jurídica e visão contábil. Uma especialista garante que a estrutura seja blindada.
Focada exclusivamente na gestão de participações em outras empresas. Ideal para donos de grupos empresariais
Criada para gerir imóveis da família. Excelente para quem vive de renda de aluguéis e quer pagar menos IR.
Centraliza bens diversos como veículos, barcos e aplicações financeiras, facilitando a sucessão.
Focada em criar barreiras jurídicas contra processos e penhoras, garantindo a sobrevivência do legado.
Com sólida expertise na estruturação de Holdings Familiares e Planejamento Sucessório, ofereço:
A Dra. Samara é especialista em estruturar famílias para o futuro, unindo direito de família e direito tributário.
Analisamos o mapa de bens da família e a árvore genealógica.
Calculamos exatamente quanto você economizará com a Holding em comparação ao inventário.
Criamos as cláusulas de proteção (impenhorabilidade, incomunicabilidade e reversão).
Executamos a abertura da empresa e a transferência dos bens nos cartórios.
Depoimentos de Famílias Blindadas
Atuamos de forma estratégica para garantir o melhor resultado no menor tempo possível.
A Holding vive na interseção dessas duas áreas. Nossa equipe entende de ITCMD, ITBI e Imposto de Renda a fundo. Isso evita autuações fiscais e garante a economia prometida.
Um planejamento bem feito evita que seus filhos briguem na justiça por herança. Criamos regras de governança que definem como os bens serão geridos, mantendo a união da família e a perenidade do patrimônio.
Não usamos contratos padrão. Inserimos gatilhos jurídicos que impedem que genros ou noras tenham acesso aos bens em caso de divórcio (cláusula de incomunicabilidade), protegendo o sangue da sua linhagem.
O inventário pode durar 10 anos. A Holding resolve a sucessão em dias. Nossa equipe cuida de toda a burocracia em juntas comerciais e cartórios de registro de imóveis, entregando o sistema pronto para uso.
O planejamento patrimonial exige a exposição de todos os bens e valores da família. Tratamos esses dados com sigilo bancário. Nossas reuniões são privadas e todos os documentos são armazenados em servidores criptografados de alto nível.
Utilizamos assinaturas digitais com validade jurídica internacional e criptografia de ponta a ponta em todas as comunicações. Isso elimina o risco de extravio de documentos físicos sensíveis. O acesso aos dados da sua Holding é restrito por camadas de autenticação multifator.
Além disso, mantemos cópias de segurança em nuvens blindadas para que seu planejamento nunca seja perdido. A segurança tecnológica acompanha a segurança jurídica em todos os passos do projeto, garantindo que o seu legado esteja protegido contra ataques cibernéticos e acessos não autorizados.
Diferente de escritórios que focam apenas em uma área, nossa atuação em Holding une Direito Societário, Tributário e de Família. O profissionalismo aqui reside em entender que a Holding é um organismo vivo.
O verdadeiro profissionalismo na advocacia patrimonial consiste em falar a verdade sobre o que pode e o que não pode ser feito. Não prometemos "milagres" de blindagem contra fraudes já existentes.
Sabemos que o tempo é um fator crítico no planejamento sucessório. Nosso profissionalismo manifesta-se na organização meticulosa de cada fase do projeto. Desde a obtenção de certidões em cartórios até o registro na Junta Comercial, seguimos um cronograma rígido.
A conquista da sua Holding é o ato final de amor pela sua família. É garantir que o fruto do seu suor não seja diluído por impostos abusivos ou brigas judiciais. É transformar o patrimônio em um legado eterno, organizado e produtivo. Planejar é um ato de sabedoria que diferencia quem constrói o futuro de quem apenas deixa o tempo passar.
O primeiro passo é entender a origem e a situação atual de cada bem. Analisamos matrículas de imóveis, contratos sociais de empresas operacionais e aplicações financeiras. Identificamos passivos ocultos e gargalos tributários que podem comprometer a sucessão.
Uma Holding sem regras de convivência é apenas uma empresa comum. Nós ajudamos a formular o Acordo de Sócios, o documento mais importante para a paz familiar. Definimos quem terá poder de voto, como será feita a distribuição de lucros e quais são as regras para a entrada de novos membros (como cônjuges de herdeiros).
A transferência dos seus bens da pessoa física para a Holding (integralização) exige cuidado extremo com os impostos municipais. Nós orientamos a melhor estratégia para buscar a imunidade ou a redução do ITBI, conforme o entendimento mais recente dos tribunais e das prefeituras.
Ajudamos você a formular o sistema de doação de cotas com reserva de usufruto. Isso significa que você transfere a propriedade para seus herdeiros agora, mas mantém o controle total e o direito aos rendimentos para sempre.
O planejamento patrimonial e sucessório envolve áreas sensíveis da lei. Um erro na escolha do modelo societário ou na redação de uma cláusula pode gerar um prejuízo financeiro irreversível e anular a proteção que você busca.
A estruturação de uma Holding não é apenas abrir uma empresa; é realizar um planejamento sucessório em vida. Uma advogada especialista domina a interseção entre o Direito de Família, Sucessões e o Direito Tributário.
O maior medo de quem monta uma Holding é perder o comando sobre seus bens. A advogada especialista redige cláusulas de administração e usufruto vitalício que garantem ao patriarca ou à matriarca o poder total de decisão.
Uma das principais funções da Holding é garantir que os bens permaneçam na linhagem sanguínea da família. A advogada especialista utiliza cláusulas de incomunicabilidade e impenhorabilidade de forma estratégica.
A transferência de imóveis para a Holding pode gerar a cobrança do ITBI (Imposto de Transmissão de Bens Imóveis). A advogada especialista sabe como navegar pela tese da imunidade constitucional e conhece o entendimento atualizado dos tribunais superiores sobre o tema.
Uma Holding Familiar é uma empresa criada para ser a dona dos bens de uma família. Em vez de os imóveis e investimentos estarem no seu CPF, eles passam para o CNPJ desta empresa. Os membros da família tornam-se sócios. Isso facilita a gestão, reduz impostos sobre aluguéis e, principalmente, define a sucessão sem a necessidade de um inventário judicial.
Não. Na formulação do contrato social, inserimos cláusulas de administração permanente e usufruto vitalício para você. Você mantém o poder total de decisão. Pode vender, alugar ou comprar novos bens dentro da Holding sem precisar da assinatura ou autorização dos seus filhos. Você mantém o comando e a renda até o fim da vida.
A Holding costuma ser vantajosa para quem possui patrimônio acima de 800 mil reais ou dois ou mais imóveis de renda. O cálculo é baseado no custo do inventário. Se o custo para herdar seus bens for maior que o custo de manter a Holding, o sistema já se paga. Para quem vive de aluguéis, a economia de imposto de renda (de 27,5% na pessoa física para cerca de 11,33% na Holding) justifica o projeto rapidamente.
O inventário acontece porque os bens estão no nome de alguém que faleceu. Na Holding, os bens pertencem à empresa. O que o patriarca e a matriarca possuem são cotas dessa empresa. Através de um planejamento de doação com gatilhos de sucessão, essas cotas passam para os filhos automaticamente no momento do falecimento, sem passar por juiz, fórum ou brigas judiciais.
Não, desde que a Holding seja feita com as cláusulas corretas. Utilizamos a cláusula de incomunicabilidade. Ela garante que as cotas da empresa e os bens nela contidos pertençam apenas aos seus herdeiros de sangue. Se um filho se divorciar, o patrimônio da família continua intacto e não entra na partilha de bens do casal.
Não. A Holding deve ser usada como planejamento preventivo. Se você já possui processos judiciais ou dívidas em fase de execução, transferir bens para uma Holding pode ser considerado fraude à execução. O objetivo da Holding é a proteção lícita e a organização sucessória para quem deseja agir com antecedência e segurança.
O custo envolve honorários jurídicos, taxas da Junta Comercial e custos de cartório para a transferência dos imóveis. A manutenção anual é simples, envolvendo apenas a contabilidade básica da empresa. Comparado ao custo de um inventário (que pode consumir até 20% do patrimônio), a Holding custa uma fração mínima do valor total dos bens.
A Holding Pura serve apenas para deter participações em outras empresas ou bens. A Holding Mista, além de deter o patrimônio, pode exercer atividades comerciais ou prestação de serviços. Para fins de proteção patrimonial e gestão imobiliária, geralmente estruturamos modelos que otimizam a carga tributária conforme a fonte de renda da família.
A Constituição Federal prevê imunidade de ITBI para a integralização de capital em empresas, desde que a atividade preponderante não seja imobiliária. Analisamos o perfil da sua receita para buscar esse benefício. Mesmo que a prefeitura cobre o imposto, trabalhamos com teses jurídicas para reduzir a base de cálculo, garantindo o menor impacto financeiro possível.
Sim. A Holding pode centralizar quase qualquer tipo de ativo. Isso organiza a gestão financeira da família e permite que os rendimentos dessas aplicações sejam distribuídos aos sócios de forma estratégica, muitas vezes com isenção de novos impostos sobre os dividendos distribuídos.
A presença do Ministério Público é obrigatória para fiscalizar o interesse das crianças. O juiz vai decidir sobre guarda, visitas e pensão. Mesmo que o casal esteja de acordo, o juiz pode vetar cláusulas que prejudiquem o menor. Nossa função é construir um acordo que seja aprovado pelo juiz sem burocracia.
A traição, por si só, não altera a divisão de bens na maioria dos regimes. O Brasil não adota o sistema de “divórcio por culpa” para fins patrimoniais. No entanto, se a traição gerou exposição pública humilhante ou danos psicológicos graves comprovados, pode-se discutir uma indenização por danos morais. Analisamos caso a caso com cautela.